Os números da economia do Distrito Federal no segundo trimestre de 2017, assim como verificado no primeiro trimestre, continuam a mostrar sinais de uma estabilização da crise em algumas variáveis. Contudo, o cenário é ainda recessivo. O nível de atividade econômica, medida pelo IDECON-DF, mais uma vez, mostra diminuição de volume, influenciado, principalmente, pelo setor de serviços, com destaque para o comércio. Os números de pesquisas específicas também mostram o setor de serviços em plena trajetória de queda quando comparado a 2016, bem como, o comércio, ainda que alguns segmentos já apresentem reversão da trajetória em queda.
Dentre os números positivos, cita-se, novamente, o indicador de desempenho da agropecuária, que mostrou expansão de 5,5%. Além disso, destaca-se a trajetória de desinflação, medida pelo IPCA, e a criação de empregos, formais e informais, na agropecuária e em alguns segmentos da indústria, especialmente a construção civil. Nota-se que, apesar desses números sinalizarem desaceleração da queda, essas variáveis ainda não se mostram suficientes para retirar a economia do DF da crise econômica.
Esta análise de conjuntura se estrutura com uma primeira seção avaliando o cenário nacional. Em seguida, são apresentados os resultados da economia do DF, medidos por meio do IDECON-DF, e de pesquisas mensais de serviços e comércio. A situação inflacionária da região é analisada pelo IPCA em seção seguinte. Logo após, oferece-se uma análise do mercado de trabalho, avaliando os números das pesquisas disponíveis para o DF, como a PED e a PNADCT, e do banco de dados CAGED do Ministério do Trabalho.

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Boletim-de-Conjuntura-DF-2T2017