A economia do DF registro avanço de 0,6%, de acordo com o Idecon/DF, no segundo trimestre de 2018 frente ao mesmo trimestre de 2017, arrefecendo após dois trimestres seguidos de alta de mais de 1,0%.

A Indústria registrou queda, a Agropecuária teve variação nula e o setor de Serviços cresceu, sendo o responsável pela variação positiva do indicador. De um lado, a Pesquisa Mensal de Serviços corrobora o resultado positivo, com alta no volume de serviços transacionados e, de outro lado, a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) aponta queda no volume do comércio ampliado, sendo concentrada em segmentos como o de automóveis e autopeças, livros, e materiais de escritório e informática.

Em junho de 2018, o IPCA de Brasília acumulou no trimestre 1,76% de variação, um pouco abaixo da do Brasil. Os grupos que levaram a esse resultado no DF foram: habitação, alimentação e bebidas e transportes.

Os resultados da PED Brasília registraram alta da taxa de desemprego total, alcançando 19,2%, em relação a março (18,9%). Em junho, o total de desocupados estava estimado em 316 mil pessoas. Pelos resultados do CAGED, o DF acumulou um saldo positivo de 6.189 empregos formais no segundo trimestre de 2018.

Em resumo, pode-se salientar que a economia do Distrito Federal mostra sinais positivos, porém com alguma acomodação. Segmentos como administração pública, comércio e construção mostram números negativos. De outro lado, segmentos de serviços que vinham mostrando retração passaram a dar sinal de recuperação. Tem havido criação de empregos formais, apesar do aumento da taxa de desemprego, e a inflação está sob controle, dentro da meta estabelecida. Os números de finanças públicas também mostram bom comportamento e trajetória.

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