O volume de Serviços do DF registrou, em agosto de 2017, queda de 13,30% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Mais uma vez, essa retração é bem maior do que a apresentada para o Brasil de -2,40%. Contudo, quando retirada a sazonalidade do mês, o setor mostra contração menor, de 1,80%, no DF na comparação com julho. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-08-2017-PMS

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O volume de vendas do Comércio varejista do Distrito Federal, que é um indicador de consumo das famílias, registrou em agosto de 2017, queda de 4,0% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Apesar de o resultado ter sido contrário ao do Brasil, que teve crescimento de 3,6%, a velocidade da queda registrada no DF tem se reduzido, com alguns segmentos apresentando sinal positivo no ano e em 12 meses. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-08-2017-PMC

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Com a sexta maior inflação entre as regiões pesquisadas, o IPCA/Brasília registrou, no mês de setembro de 2017, alta de 0,22% na comparação com o mês anterior, resultado acima do IPCA/Brasil que foi de 0,16%. Brasília acumula, em oito meses, inflação de 2,19% e, nos últimos 12 meses, variação de 3,99%. No Brasil essas variações estão em 1,78% e 2,54%, respectivamente. Informe-econômico-09-2017-IPCA

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A inflação oficial de Brasília, medida pelo IPCA, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, registrou no mês de setembro de 2017, aumento de 0,22% na comparação com o mês anterior. O resultado positivo é observado na taxa de inflação mensal de 12 das 13 localidades onde o IBGE pesquisa mensalmente a variação de preços que compõe o índice. Este resultado para Brasília ficou mais uma vez acima da média Brasil que registrou inflação mensal de 0,16%. Brasília mostrou a sexta maior variação no mês. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo IPCA-09-2017

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Em agosto de 2017, a PED/DF registrou taxa de desemprego de 18,7% (306 mil desempregados). Isso representa queda consistente da taxa de desemprego total em relação a julho, quando estava em 19,5%. Houve alta do número de ocupados, saindo de 1.324 mil pessoas e alcançando 1.328 mil, contribuindo, em certo grau, para a redução da taxa de desemprego, ao ampliar as oportunidades de emprego. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-08-2017-PED

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O volume de Serviços do DF registrou, em julho de 2017, queda de 14,70% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Essa retração é bem maior do que a apresentada para o Brasil de – 3,00%. Contudo, quando retirada a sazonalidade do mês, o setor mostrou retração de -1,5% no DF na comparação com o mês anterior. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-07-2017-PMS

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Sendo um dos principais indicadores de consumo das famílias, o volume de vendas do Comércio varejista do DF registrou, em julho de 2017, queda de -5,6% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Mais uma vez, no DF, esse resultado se apresenta com o resultado contrário ao do Brasil, que teve crescimento de 3,1%. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-7-2017-PMC

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No segundo trimestre de 2017, o resultado economia brasiliense teve sinal contrário ao registrado no PIB brasileiro. O IDECON-DF foi estimado em -1,0% frente ao 1° trimestre de 2016. Já o PIB trimestral do Brasil aumentou 0,3%, na mesma base de comparação. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-2t-2017-IDECON

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Com a maior inflação entre as regiões pesquisadas, o IPCA/Brasília registrou, no mês de agosto de 2017, alta de 0,45% na comparação com o mês anterior, resultado bem acima do IPCA/Brasil que foi de 0,19%. Brasília acumula, em oito meses, inflação de 1,96% e, nos últimos 12 meses, variação de 3,99%. No Brasil essas variações estão em 1,62% e 2,46%, respectivamente. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo Informe-econômico-08-2017-IPCA

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A atividade econômica no Distrito Federal, medida pelo Idecon-DF, retraiu 1,0% no segundo trimestre de 2017 em comparação a igual trimestre de 2016. Foi a décima taxa negativa consecutiva registrada na série histórica do indicador, iniciada em 2012. Contribuíram para esse resultado as variações negativas verificadas nos setores Industrial, – 3,6%, e de Serviços, -0,8%. A Agropecuária cresceu 5,5%. Na mesma base de comparação, a economia nacional, calculada pelo IBGE, assinalou crescimento de 0,3% para o PIB trimestral. A Agropecuária subiu 14,9%, a Indústria contraiu 2,1%, e os Serviços caíram 0,3%. A publicação completa pode ser acessada no link abaixo […]

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