Em novembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado mostrou avanço de 3,9% na comparação com outubro. Houve estabilidade na comparação entre o trimestre encerrado em novembro e aquele encerrado em agosto. Em particular, apesar de alguma recuperação em novembro, o índice ainda se situa abaixo do verificado nos meses de agosto e setembro.

O resultado no mês de novembro foi reflexo do forte desempenho dos segmentos Outros artigos de uso pessoal e doméstico (33,6%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,4%). Adicionalmente, houve avanço nos segmentos Veículos, motocicletas, partes e peças (1,1%) e Material de construção (7,5%).

Por outro lado, os demais segmentos apresentaram recuo em relação ao mês anterior. Destaque para segmentos importantes como Móveis e eletrodomésticos (-5,8%) e Hipermercados e supermercados (-3,8%). Todavia, cabe notar que o recuo foi menor que o observado em meses anteriores.

No acumulado em 12 meses, o volume do comércio varejista ampliado registrou variação de -2,4% em novembro. Deve-se destacar o profundo recuo do indicador, o qual vem apresentando quedas sucessivas desde abril e registra o pior valor desde agosto de 2017. Por um lado, este cenário reflete a incapacidade de recuperação mais pronunciada de alguns segmentos como Hipermercados e supermercados e Combustíveis e lubrificantes. Por outro lado, observa-se a ritmo lento de setores como veículos, motocicletas, partes e peças e material de construção.

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